A menina enfrenta o espelho: A manhã em que se reconhece
o novo mundo ou o novo mundo te reconhece.
Diante de si, e do seu corpo incólume
Menina, admira pequenas curvas
e traços sutis.
Foi-se a infância.
Veio a uma pré corpulência juvenil.
Diante do pequeno coração e mente,
a menina fazia tranças em suas bonecas ruivas.
Atrás do espelho, pequenos olhos se abriam para a
voluptuosidade do despertar;
para corpo semi nu e encharcado de suor;
para a malícia recem surgida.
Carne, mãos, toque, reconhecimento.
As mãos de frágeis contornos corriam pela lingeire
branca e semi transparente, conhecia as curvas,
as depressões, a sudorese, o caminho...
A menina, deixara de ser menina.
Para o mundo: Uma nova mulher.
sexta-feira, 16 de março de 2007
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
domingo, 4 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Absurdo...
Busquei inspiração nos velhos jornais
e suas histórias mal remendadas.
Nos sambas de um nota só,
fiz canções de ambivalência.
Para, por fim, escrever este poema
num domingo parado,
repleto de homens calados.
Domingo sem começo nem fim.
Caminho pelos contornos cinzentos,
me corto ao meio,
viajo sem saber se irei chegar...
Nos edificios abandonados: silêncio.
Nas portas: senhoras.
Em mim: emblemas.
"Todos os significados são sutis, são mortais."
Busquei inspiração nos velhos jornais
e suas histórias mal remendadas.
Nos sambas de um nota só,
fiz canções de ambivalência.
Para, por fim, escrever este poema
num domingo parado,
repleto de homens calados.
Domingo sem começo nem fim.
Caminho pelos contornos cinzentos,
me corto ao meio,
viajo sem saber se irei chegar...
Nos edificios abandonados: silêncio.
Nas portas: senhoras.
Em mim: emblemas.
"Todos os significados são sutis, são mortais."
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